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Internacional

Colômbia e Chile exigem liberdade de jornalistas detidos em Caracas

Desde terça-feira (29), profissionais de imprensa de várias nacionalidades foram presos. Embaixada da França também trabalha para libertação de repórteres franceses.

O Chile e a Colômbia exigem a libertação imediata de jornalistas que foram presos nesta semana na Venezuela. Um diplomata da França também afirmou que a embaixada, em Caracas, trabalha para que dois profissionais de imprensa franceses sejam libertados.

Na noite de quarta-feira, a agência de notícias Efe informou que três funcionários, dois colombianos e um espanhol, também foram detidos durante a cobertura dos protestos desta quarta.

O ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, exigiu a libertação imediata dos três jornalistas da agência de notícias.

Jornalistas franceses

Segundo a diplomacia francesa, os jornalistas Pierre Caillet e Baptiste des Monstiers, repórteres do programa de televisão Quotidien, foram detidos quando filmavam o palácio presidencial venezuelano.

De acordo com o Sindicato dos trabalhadores da imprensa, principal formação sindical dos jornalistas da Venezuela, os franceses estavam cobrindo uma manifestação de apoio ao presidente Nicolás Maduro. Além dos dois repórteres do canal de televisão TMC, um produtor local, Rolando Rodriguez, foi detido. “Desde então, nós perdemos o contato com eles”, informou o sindicato.

Além dos franceses, dois jornalistas chilenos foram presos, também na terça-feira, perto do palácio presidencial. Segundo o mesmo sindicato, Rodrigo Pérez e Gonzalo Barahona, que trabalham para o canal de televisão chileno TVN, devem ser expulsos da Venezuela.

A prisão provocou uma reação imediata do presidente do Chile, Sebastian Piñera, que exigiu a “libertação imediata” de seus compatriotas. “Isso é o que fazem as ditaduras: pisotear a liberdade da imprensa e amordaçar a liberdade com a violência”, declarou via Twitter o ministro chileno das Relações Exteriores, Roberto Ampuera.

Dia de protestos

Em novo dia de protestos, a oposição saiu às ruas de Caracas na quarta-feira, exigindo a saída de Maduro e pedindo apoio de militares. Autoproclamado presidente, o líder opositor Juan Guaidó comandou mobilização.

Antes da mobilização, marcada para as 12h desta quarta, Guaidó, líder do Parlamento de maioria opositora, recebeu um telefonema do presidente americano, Donald Trump, que expressou “completo apoio” ao seu movimento.

Fonte: G1 Mundo

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